sábado, novembro 14, 2009

WHEN I THINK OF THINGS WE DID MAKES ME WANNA CRY

The Night Before é uma canção de Paul, creditada à Lennon/McCartney e que foi lançada no álbum Help!, em 6 de agosto de 1965.

A gravação desta canção, que você vai ouvir hoje, é das filmagens do Help!, porém com destaque para as vozes. No final dela é possível ouvir o barulho de uma mina explodindo, levando a plateia a acreditar que os Beatles tivessem ido pelos ares. Listen!

The Night Before (voices)

domingo, outubro 11, 2009

LETTER

Please Mr. Postman (Holland / Bateman / Gorman / Dobbins / Garrett) é um single da banda The Marvelettes, grupo musical dos anos 60 que John era muito fã, lançado em 21 de agosto de 1961.

A canção foi a primeira do selo Motown a alcançar a posição de número 1 na Billboard e foi gravada pelos Beatles em 1963, no álbum With The Beatles, e pelo The Carpenters em 1974.

Hoje você vai ouvir os Beatles interpretando Please Mr. Postman no programa da BBC de Londres intitulado Pop Go The Beatles, que foi ao ar no dia 30 de julho 1963. Come on, boys!

Please Mr. Postman (cover - radio)

segunda-feira, setembro 21, 2009

SHE'S LIVING YESTERDAY

Há uma série de remixers das canções dos Beatles chamada Tuned To A Natural E, frase tirada da canção Baby You're a Rich Man, de Lennon / McCartney.

Desta série o blog separou para o post de hoje uma mistura das canções She's Living Home e Yesterday. Listen!

She's Living Yesterday (remix)

domingo, setembro 20, 2009

CARL

George sempre foi fã de Carl Perkins. Inclusive, nos primórdios dos Beatles, ele escolheu o nome artístico de Carl Harrison, durante uma turnê pela Escócia.

Depois, em 1964, no álbum Beatles For Sale, George gravou a canção Everybody Trying To Be My Baby de Perkins.

Em 1985, houve uma reunião memorável que juntou Carl Perkins, Eric Clapton, Dave Edmunds, George Harrison e Ringo Starr, num especial televisivo em Londres, Inglaterra chamado Carl Perkins and Friends: A Rockabilly Session, gravado no London's Limehouse Studios.

E é de lá que vem a canção de hoje, interpretada novamente por George, só que agora acompanhado de um dos seus ídolos, Carl Perkins, junto de Ringo, Eric Clapton e Dave Edmunds. Cool! Listen!

Everybody Trying To Be My Baby (George with Carl Perkins)

sábado, setembro 12, 2009

HEROES & FRIENDS

In My Life é um álbum compilado e produzido em 1998 por Sir George Martin, o grande produtor de quase todos os álbuns dos Beatles e, para alguns, é considerado o quinto beatle.

O disco contém canções dos Beatles interpretadas por cantores e artistas conhecidos. Jeff Beck, que fez o cover de A Day in the Life foi nomeado para o Grammy Award de 2000 na categoria de melhor performance pop instrumental.

A track list ficou assim: Come Together (Robin Williams e Bobby McFerrin nos vocais), A Hard Day's Night (Goldie Hawn nos teclados e vocais), A Day in the Life em versão instrumental (Jeff Beck na guitarra), Here, There and Everywhere (Celine Dion nos vocais), Because (Vanessa-Mae no violino), I Am the Walrus (Jim Carrey os vacais e teclados), Here Comes the Sun (John Williams na guitarra), Being for the Benefit of Mr. Kite (Billy Connolly nos vocais), The Pepperland Suite - composta por George Martin (George Martin), Golden Slumbers/Carry That Weight/The End (Phil Collins na bateria, percussão e vocais), Friends and Lovers - composta por George Martin (George Martin), In My Life (declamada por Sean Connery), Ticket to Ride (Meninas Cantoras de Petrópolis - Rio de Janeiro, Brasil  - nos vocais), e por fim  Blackbird (Bonnie Pink nos teclados e vocais).

E o blog separou a faixa I am The Walrus com a incrível interpretação de Jim Carrey. Cool! Listen!

Jim Carrey - I am The Walrus (guest)

domingo, setembro 06, 2009

HAMMER

Maxwell's Silver Hammer é uma canção de Paul, creditada à dupla Lennon-McCartney, e lançada no álbum Abbey Road de 1969. A gravação teve início no dia 9 de julho de 1969, e concluída em 25 de agosto de 1969.

Paul disse que ela é a analogia para as vicissitudes da vida. Quando as coisas vão indo bem, de repente vem o martelo prata de Maxwell e bang! bang!, põe tudo a perder. A letra é bastante curiosa e o fato da cor do martelo ser prata Paul não soube explicar. Ele achou que soaria melhor martelo prata de Maxwell do que somente martelo de Maxwell. Para muitos, é o tipo de música que ou você gosta ou você odeia. Conforme entrevistas posteriores, John declarou que odiava a canção. Ouça como John aprontou quando a cantou num dos ensaios:

Maxwell's Silver Hammer (by John)


A canção foi criada para o álbum The Beatles (White Album) em outubro de 1968, porém não foi gravada. Ensaiada em janeiro de 1969 no Twickenham Film Studios, conforme pode ser visto no filme Let It Be, sua gravação teve início no dia 9 de julho de 1969. No dia 14 de agosto foi mixada para estéreo e no dia 25 de agosto de 1969 editada para a fita master. Ouça um ensaio com Paul:

Maxwell's Silver Hammer (by Paul)

terça-feira, setembro 01, 2009

DO YOU BELIEVE ME?

No post de hoje ouviremos primeiramente uma acoustic demo da canção Art Of Dying, de George. Logo em seguida poderemos ouvir o take com o instrumental completo, sem a voz de George.

Esta bela composição foi lançada no seu álbum triplo, All Things Must Pass, em 1970.

Art Of Dying (acoustic demo)


Art Of Dying (instrumental)

quarta-feira, agosto 19, 2009

LONDON

London Town é o sétimo álbum do Wings, lançado em 1978.

Em fevereiro de 1977, os Wings começaram a gravar o álbum no estúdio da Abbey Road, em Londres. Como nos álbuns anteriores, a banda resolveu gravar em outro local que não fosse a Inglaterra. Assim, em maio do mesmo ano, eles partiram para continuar as gravações nas Ilhas Virgens. Na época, Linda descobriu que estava grávida do terceiro filho, James.

Durante as gravações, o baterista Joe English abandonou a banda. Logo depois foi a vez do guitarrista Jimmy McCulloch, que largou a banda para se juntar ao Small Faces. Os Wings passaram então à formação de trio com Paul, Linda e Denny Laine.

Em 1993 a edicão remasterizada de London Town inclui as músicas Mull of Kintyre e Girls School, que só haviam sido lançadas em single.

O take de hoje traz uma canção deste álbum. É a linda Girlfriend. Porém, esta gravação foi feita na casa de Paul em 1974. Ok, Paul!

Girlfriend (home demo 1974)

segunda-feira, agosto 17, 2009

SUCH A DIRTY OLD MAN

Mean Mr. Mustard é uma canção de John, creditada a dupla Lennon-McCartney, e lançada no álbum Abbey Road de 1969. A gravação teve início em 24 de julho e foi concluída em 21 de agosto de 1969.

John a compôs na Índia, em fevereiro de 1968. A letra foi inspirada em uma notícia curiosa de um jornal local a respeito de um sovina que guardava dinheiro em seu corpo (no canal do reto).

No álbum, junto com a bela Sun King, elas formam um só bloco, apesar de serem músicas distintas.

O final da música é abruptamente interrompido. A explicação é que a sequência inicial registrada em um acetato master era: Sun King-Mean Mr. Mustard-Her Majesty-Polythene Pam. Após ouvir essa sequência, Paul não gostou da ordem e pediu para retirar Her Majesty da fita master e descartá-la. O técnico de gravação, seguindo orientação da gravadora EMI de que não era para apagar nada que fosse gravado pelos Beatles, inseriu-a no fim da fita, após um certo intervalo. Nenhuma mixagem foi feita então. Desta fita master, outro acetato foi criado e o resultado, incluindo Her Majesty no final por acidente, agradou a Paul e assim ficou.

E é um ensaio de Mean Mr. Mustard que você vai ouvir no take de hoje, oriundo das Get Back Sessions (que viria a se tornar o álbum Let it Be), porém, como dito acima, ela só seria lançada no Abbey Road. Listen!

Mean Mr. Mustard (rehearsal)

quarta-feira, agosto 12, 2009

A SPLENDID TIME IS GUARANTEED FOR ALL

Being For The Benefit Of Mr. Kite! é uma canção de John, com algumas ajudazinhas de Paul, que foi lançada no álbum Sargent Pepper's Lonely Hearts Club Band, de 1967.

Ela nos remete a um grande circo, com todos aqueles seus sons característicos. Os ruídos estranhos ouvidos são obtidos por pedaços de fita de aúdio picotadas e coladas aleatoriamente. A voz nasal e fria de John somou-se a tudo isso, criando uma das melhores atmosferas jamais pensadas em disco.

Being For The Benefit Of Mr. Kite! teve seus dias de gravação em 17, 20 de fevereiro e 28, 29, 31 de março 1967, durante as Sargent Pepper's Lonely Hearts Club Band Sessions. Para compô-la, John inspirou-se num cartaz de um circo de 1843, que ele comprou em Kent enquanto filmava o clip de Strawberry Fields Forever.

O cartaz falava sobre um antigo circo pertencente a um certo Mr. Kite. John confessou que compôs a música só para preencher sua cota de faixas no álbum Sgt. Pepper.

Portanto, o take de hoje traz uma mixagem da intrigante canção de John. Enjoy!

Being For The Benefit Of Mr. Kite! (mix)

segunda-feira, agosto 10, 2009

I'M GONNA BE HERE WITH YOU

O primeiro álbum que George lançou após sair dos Beatles foi o triplo All Things Must Pass, de 1970. Ele alcançou o quarto posto nas paradas britânicas e passou sete semanas em primeiro lugar nas norte-americanas, ganhando seis álbuns de platina. Em 2001, foi lançada uma edição remasterizada do álbum contendo uma nova versão para My Sweet Lord.

E é do aclamadíssimo All Things Must Pass que o blog traz o outtake de hoje: Behind That Locked Door. Ok, George!

Behind That Locked Door (alternate version)

sábado, agosto 08, 2009

GREAT

A foto que estampa a capa do álbum Abbey Road, com os Beatles atravessando a rua que dá nome ao disco, faz 40 anos hoje. No local, o dia ficou repleto de fãs que repetiram o gesto dos rapazes em 1969. Great!

E ontem eu recebi um email do site do Paul com um brinde pra lá de sensacional. Paul estava liberando para download gratuito a mp3 de Great Day, música do seu disco de 1997, o belíssimo e aclamado Flaming Pie, e agora está também na trilha sonora de Funny People, terceiro filme dirigido por Judd Apatow e que tem Adam Sandler e Seth Rogen nos papeis principais.

Clique abaixo e ouça a bela canção de Paul! What a day!

Great Day (promo - movie)

quinta-feira, agosto 06, 2009

ROSE

Back to the Egg é o último álbum gravado pelo Wings.

Lançado em 1979, os Wings contaram com uma nova formação. Os antigos membros, o guitarrista Jimmy McCulloch e o baterista Joe English, abandonaram o grupo (Jimmy viria a morrer de overdose logo depois). Para a nova formação Paul chamou o guitarrista Laurence Juber e o baterista Steve Holly.

As gravações começaram em junho de 1978 e, no dia 3 de outubro, os Wings gravaram as músicas Rockestra Theme e So Glad To See You Here com a participação de Pete Townshend (do The Who), David Gilmour (do Pink Floyd), John Paul Jones e John Bonham (ambos do Led Zeppelin). A música ganhou o Grammy de melhor performance instrumental em 1980.

Em 1993, a edição remasterizada contou com a inclusão das músicas Daytime Nighttime Suffering (que na época foi lado B do single de Goodnight Tonight) e Wonderful Christmastime (música solo de Paul).

O blog traz hoje um outtake das Back To The Egg Sessions, a(s) bela(s) Winter Rose / Love Awake. Enjoy!

Winter Rose / Love Awake (outtake)

quarta-feira, agosto 05, 2009

MUCHO

Mucho Mungo é uma canção de John que foi adaptada pelo seu grande amigo Harry Nilsson e lançada no álbum Pussy Cats, de Nilsson, em 1974, como Mucho Mungo / Mt. Elga. Este álbum foi produzido por John na época em que ele viveu com May Pang em Los Angeles.

O take de hoje traz John ao violão cantando a primeira parte da canção em casa. Listen!

Mucho Mungo (home)


Mucho Mungo
John Lennon

Mucho mungo, sweet thing,
Sweetest little thing i've ever seen.
Must have been a sweet dream,
Brought you here,
Brought you through the sorrow
And the tears.
C'est la, c'est la, c'est la vie,
Sail upon the ocean, sail with me.
Sail into tomorrow ev'ry day,
Sail it to the sunshine through the haze.
-------------------------------------------------------------------
Happy Birthday, my dear friend Luiz Domith Chein! God Bless you!

segunda-feira, agosto 03, 2009

YOU KNOW WHAT I MEAN

Era uma tarde de setembro de 1962. Ringo havia ingressado no grupo no mês passado. Os Beatles estavam no Cavern Club ensaiando. Ouça, direto daquela data, I Saw Her Standing There. Play it loud!

I Saw Her Standing There (rehearsal Cavern - september 1962)

domingo, agosto 02, 2009

THEEEEE EEEEEEND

Sensacional mix da bela canção The End, faixa do álbum Abbey Road, lançado em 26 de setembro de 1969.

O título desta música diz tudo: ela não só fecha o disco, mas também a carreira dos Beatles antes da separação. Foi a última canção a ser gravada por eles e a última do medley. John disse na entrevista da Playboy: “ -Aquilo é Paul McCartney. A frase final carrega uma filosofia cósmica que prova que quando Paul quer algo, ele consegue.

Ringo faz, o único solo de bateria em toda sua carreira (aqui nesse take-mix de hoje o ouviremos mais extendido). Paul dividiu o solo de guitarra em 3 partes e deu para George e John tocarem uma parte, fazendo assim uma sobreposição de solos (também extendida neste mix).

The End, antes chamada de Ending era para ser a última música do álbum, mas Her Majesty acabou entrando.

Quem poderá esquecer da frase final? Sem sombra de dúvidas ela ecoará para sempre como o epitáfio da maior de todas as bandas na história da música: “ -And in the end / The love you take / Is equal to the love you make” ou “ -E no final / O amor que você recebe / É igual ao amor / Que você faz.Listen and enjoy!

The End (mix)

sábado, agosto 01, 2009

RUN FAB RUN

Paul lançou o álbum Run Devil Run em 1999, ano seguinte à morte de Linda. Parece que Paul precisava de um disco assim, com músicas que o alegrassem e o colocassem para cima.

O que ele fez? Bom, Paul cercou-se de grandes músicos como David Gilmour (guitarrista do Pink Floyd), Ian Paice (baterista do Deep Purple) e Mick Green (guitarrista da banda Johnny Kidd & The Pirates) e mandou brasa no bom e velho rock 'n' roll.

Pode-se dizer que é um álbum parecido com o CHOBA B CCCP, o famoso álbum russo, com velhas e ótimas canções de rock, porém as canções de Run Devil Run contém composições quase que totalmente obscuras. Eis algumas delas: Blue Jean Bop (Gene Vincent), Movie Magg (Carl Perkins), Brown Eyed Handsome Man (Chuck Berry), No Other Baby (The Vipers) e Lonesome Town (Baker Knight).

O take de hoje traz uma canção das Run Devil Run Sessions, a dançante Fabulous, de Land / Sheldon, que não consta na track list do álbum, porém lançada em single - CD - (mono e stereo), junto de No Other Baby e Brown Eyed Handsome Man, além de figurar na edição original européia - vinil -, limitada, stereo, contendo oito singles mais encartes referentes ao álbum. Fabulous entra como bonus. Enjoy!

Fabulous (cover)

quarta-feira, julho 29, 2009

(AND) AND I FOUND

If I Feel é uma canção que foi escrita inicialmente por John e que depois teve ajuda de Paul. Ela é de 1964 e aparece no álbum A Hard Day's Night, lançado no REINO UNIDO. Nos EUA, ela figura na compilação do álbum Something New.

No formato single ela foi lançada no REINO UNIDO em 4 de dezembro de 1964 no lado A, tendo no lado B a canção Tell Me Why, pela Parlophone. Nos EUA ela saiu como lado B do single que contém no lado A And I Love Her, pela Capitol. Na Noruega, também como single, If I Feel atingiu o número um nas paradas.

A versão em stereo de If I Feel teve algumas peculiaridades: ela foi mixada com a voz de John dobrada na introdução (double tracked vocal), sendo que na versão mono o usado foi apenas uma. O resultado dessa combinação de dois vocais de John é que a linha "... cause I've been in love before, and I found..." acabou sendo ouvida como "... cause I've been in love before, (and) and I found...".

Outra nota também é que a voz de Paul desaparece durante a segunda menção da palavra "vain", porém esse erro foi consertado na versão mono. Cool! Enjoy!

If I Feel (stereo - with mistakes)

sexta-feira, julho 24, 2009

KISSED BY THE SNOW

Tragedy é uma canção composta por Gerald Nelson/Fred Burch e sua primeira aparição se deu através de uma gravação de Thomas Wayne com o conjunto The DeLons em 1959. Posteriormente ela foi gravada por Jerry Garcia e lançada como bonus track no seu álbum de 1974, o Compliments Of..., que fez parte do box All Good Things de 2004.

Você vai ouvir hoje Paul interpretando Tragedy, durante as Red Rose Speedway Sessions, em 1973, porém ele nunca a lançou oficialmente em seus discos. Enjoy!

Tragedy (cover)

terça-feira, julho 21, 2009

AND I TOLD THEM WHERE TO GO

A canção que você vai ouvir hoje, numa remix de 1988, é Blue Way Jay, de George, que foi lançada oficialmente no álbum dos Beatles Magic Mystery Tour, de 1967.

Nesta gravação as backing vocals estão com o tempo diferente em relação à gravação original. Listen!

Blue Way Jay (remix)

quinta-feira, julho 16, 2009

YOU COULD HEAR THEM SINGING

Mary Had a Little Lamb é uma canção estadunidense para crianças criada no século XIX, cuja letra é atribuída a Sarah Josepha Hale.

Thomas Edison recitou a primeira estrofe do poema para testar sua invenção, o fonógrafo, em 1877, transformando-a no primeiro registro de áudio a ser feito e reproduzido com sucesso. Em 1923, Henry Ford, amigo de Edison, transportou de Sterling, Massachusetts, para o terreno da Wayside Inn, uma construção que se supunha ser a escola originalmente citada no poema.

Paul e os Wings lançaram uma versão da canção, tendo uma nova melodia escrita por Paul, num single em 12 de maio de 1972. Em 1993, ela apareceu na edição remasterizada do álbum Wild Life, originalmente de 7 de dezembro de 1971, junto de outras canções: Give Ireland Back to the Irish, Little Woman Love e Mama's Little Girl.

Paul nega, mas há histórias de que Mary Had a Little Lamb foi uma resposta à BBC por ter proibido a execução de Give Ireland Back to the Irish, que você pode ler sobre ela e ouví-la clicando aqui. À época, alguns críticos de rock ficaram fulos com Paul, por ter lançado Mary Had a Little Lamb como uma resposta irônica à proibição de sua música de protesto político, a contundente e reinvindicativa Give Ireland Back to the Irish.

Embora Mary Had a Little Lamb tenha alcançado o Top 10 no REINO UNIDO, muitas estações de rádio norte-americanas escolheram divulgar apenas Little Woman Love, o lado B do single. Hard times!

Na gravação original, o guitarrista do Wings, Henry McCullough, toca bandolim e as crianças de Paul e Linda cantam o côro.

Ouça agora um outtake de Mary Had a Little Lamb, ainda sem as crianças de Paul e Linda fazendo o côro. Play it loud!

Mary Had a Little Lamb (outtake)

quarta-feira, julho 15, 2009

SHE WOULD NEVER BE FREE

O blog separou hoje uma gravação ao vivo dos Beatles interpretando Ticket To Ride no Palais des Sport, Paris, França, no dia 20 de junho de 1965. Let's go, boys!

Ticket To Ride (live)

terça-feira, julho 14, 2009

DARLING, YOU KNOW WHAT I WAS THINKING?

Thank You Darling é um outtake das Red Rose Speedway Sessions, quarto álbum de Paul, após a separação dos Beatles, lançado em 4 de maio de 1973, porém é uma canção que Paul compôs em 1972. Ok, Paul!

Thank You Darling (unreleased)

sexta-feira, julho 10, 2009

20 FORTHLIN ROAD

I'll Always Be In Love With You é uma canção, provavelmente de John, gravada nos primórdios dos Beatles, em maio de 1960 na casa de Paul, 20 Forthlin Road, Liverpool, Inglaterra.

É bem provavel que o gravador usado nessa gravação, além de outras que foram feitas na casa de Paul, seja da marca Grundig. Esses aparelhos eram fabricados em 1956-57. Os modelos podem ter sido o TK12, o chamado "olho verde" ou o TK20, que pode ser visto no documentário Anthology durante uma sucessão de gravações. Este modelo também é visto em princípios de 1963, numa fotografia de ensaio no Cavern. Veja a fotos dos mesmos clicando aqui.

Agora ouça essa rara canção do início dos Beatles. Cool! Listen and enjoy!

I'll Always Be In Love With You (early Beatles)

quarta-feira, julho 08, 2009

A LOT OF POLITICAL NONSENSE IN THE AIR

A canção do post de hoje vem do disco Wild Life, lançado em 7 de dezembro de 1971. Ele é o primeiro álbum com a banda Wings (terceiro de Paul desde a saída dos Beatles) e contou com o engenheiro de som Alan Parsons. Antes Paul havia lançado o McCartney e o Ram.

Paul e Linda já tinham trabalhado com o baterista Denny Seiwell no Ram e chamaram Denny Laine do Moody Blues, consolidando assim a primeira formação do Wings.

No dia 10 de julho de 1973, portanto praticamente há 36 anos atrás, Paul e sua banda Wings tocaram ao vivo em Newcastle.

Separei desse show a interpretação sensacional de Paul da canção-título do álbum Wild Life, que você vai ouvir agora. Play it loud!

Wild Life (live)

terça-feira, julho 07, 2009

69!

Nosso querido Ringo completa hoje 69 anos. Happy birthday, big nose!

E o post de hoje é de uma canção de Lennon e McCartney, I Wanna Be Your Man, que Ringo canta junto da sua All Starr Band, com Roger Hodgson (Supertramp) e Greg Lake (Emerson, Lake and Palmer), na turnê de 2001.

Happy birthday, dear Ringo, happy birthday to you! Ringo!

I Wanna Be Your Man (live)

segunda-feira, julho 06, 2009

MY FRIENDS

Belíssimo momento de John em casa com Yoko e Sean. Sean, ainda pequenino, canta um trecho de A Little Help From My Friends e diz que é sua música favorita. Depois pergunta ao pai se é ele quem canta a canção. John, sensacional, explica para o filho quem canta e que música é aquela. Great!

With a Little Help From My Friends (home)

sábado, julho 04, 2009

EVERY DAY I LEARN

Indeed I Do é uma canção de Paul que não foi lançada oficialmente. Ela é de 1970, época em que Paul lançou seu primeiro disco single após a saída dos Beatles, o McCartney.

A demo de Indeed I Do que você vai ouvir agora vem das Wild Life Sessions, álbum de Paul lançado em 7 de dezembro de 1971, já com sua nova banda, o Wings. Enjoy!

Indeed I Do (demo)

quinta-feira, julho 02, 2009

IT'S NOT TOO BAD

Sensacional demo de John, de quando estava na Espanha gravando o filme How I Won The War, do diretor Richard Lester.

Richard Lester dirigiu os dois primeiros dos Beatles: A Hard Day's Night em 1964 e Help, em 1965.

It's Not Too Bad viria a se tornar mais tarde na maravilhosa Strawberry Fields Forever. Essa demo foi gravada em Santa Isabel, Espanha, em dezembro de 1966. Cool!

It's Not Too Bad (early Strawberry Fields Forever)

sexta-feira, junho 26, 2009

THE MAN

O blog está de luto.

Morreu um dos maiores artistas pop de todos os tempos.

Como falar de Michael Jackson sem cometer algum delito? Quem somos nós para julgar uma pessoa que desde a tenra idade mostrou-se inclusa no mais autêntico showbiz da Terra? Que preço ela pagou? Em qual ambiente cresceu e quais indeléveis marcas recebeu nos seus cinquenta anos e poucos meses de vida?

Aliás, ele fez coisas erradas? Sim. Quem não faz? Mas sua história há de suplantar grande parte delas, em energia e dedicação, deixando evidente o lugar que queria ocupar entre nós. Num palco eu não me recordo de alguém tão seguro, tão feliz, tão entregue à arte que acreditava. Talvez Elvis, numa época um tanto quanto distante, tenha apostado na irreverência isenta de pecado. É condenador tentar destruir paradigmas?

Michael absorveu isso tudo, em grande parte de maneira nata, e transformou suas performances em algo claro, em algo que o mundo precisava assistir. E o mundo ficou de queixo caído.

Poderia ser diferente? Sim. Poderia. Mas os destinos de seres humanos inigualáveis não poderão ser explicados tão facilmente... Aliás, qual é o destino correto de alguém?

O texto que recebi hoje de um artigo de Reinaldo Azevedo merece continuar nosso papo que circula entre o triste e o sublime:

AS PARCAS
Reinaldo Azevedo

Michael Jackson

Perguntam-me se não vou escrever nada sobre a morte de Michael Jackson. Música pop não é exatamente a praia em que ando com mais desenvoltura. Até onde acompanhava, esse rapaz teve a sua fase de ouro. Era, no gênero, talentoso, criativo, ousado. Mas é possível que tenha se deixado trair pelo mais perigoso de todos os demônios da legião que nos tenta todas as horas do dia: aquele que nos sopra aos ouvidos que nossas qualidades derivam de nossos defeitos; sem estes, não teríamos aquelas. É uma das farsas grotescas do diabo. Os defeitos, é claro, são só o que nos atrapalha.

A partir de um momento de sua trajetória, Jackson parecia mais livre do que todos nós, a tal ponto que resolveu recriar a própria imagem. Pensem um pouco. É o espelho que, no dia a dia, recolhe os nossos cacos e os cola numa inteireza: “Este é você”, ele nos diz. Olhando-nos, podemos ver a nossa própria consciência, as dores que só nos conhecemos, os medos que não confessamos. Está tudo lá. Diante de nossa própria figura, na solidão, o coração pode, então, como num soneto antigo, estampar-se no rosto. Não há plástica ou cosmética que possam nos livrar de nós mesmos.

Refugiado em Neverland, Jackson quis ser “Outro”, dissociando o que ele realmente era daquele que ele via. O que o espelho nos mostra de mais importante não são, pois, nossas rugas, nossos cabelos brancos, nossos quilos a mais ou a menos. Dia após dia, ele resume a nossa vida. Vemos, parafraseando Drummond, o queixo de nosso pai no nosso queixo; marcas da família desenhando nossa idade madura e nos acenando com a velhice — vislumbramos o nosso queixo no queixo de nossos filhos: sobreviveremos. Justificamo-nos, enfim, diante dele, tentando, à saída, uma última conciliação: quem sabe ele nos perdoe e nos diga um “Siga adiante”. E ele costuma dizer. E só por isso tocamos o barco.

Como era com Jackson? Pouco importa a causa imediata de sua morte, o que se viu foi um dos suicídios mais lentos do showbiz, área em que ou se desaparece muito cedo, como a evocar a máxima de que “morre cedo o que os deuses amam”, ou se entra em decadência, com o esquecimento e a irrelevância cortejando a estrela. Ele ainda tentava mudar a escrita do destino, buscando um renascimento com shows na Inglaterra. Não houve tempo. Os deuses roubam quando dão. E o mais perverso de todos os novos deuses olímpicos é a fama. Jackson foi eliminando progressivamente a memória de si mesmo, ficando sem passado. E, à medida que mergulhava sabe-se lá em que doença do espírito, tinha menos o que dizer para o futuro. O garoto genial (para o gênero ao menos) de Thriller era uma carcaça. Jackson, morto em vida, estava oco de si mesmo. Aquele do espelho não era ele, mas também não era ninguém. De fato, havia morrido fazia tempo. Seu sofrimento não deve ter sido pequeno.

Algo em nós se perde quando se vão os ídolos de uma época, ainda que não nos dissessem grande coisa. Farrah Fawcett — convenham: era a única “Pantera” com a qual realmente nos importávamos, ao menos os garotos — também morreu nesta quinta. A figura, antes exuberante, lutava contra um câncer e estava afastada do mundo das celebridades. Por que de algum modo isso nos comove ou, ao menos nos constrange, trazendo-nos desconforto?

Porque eram do nosso tempo, e sabemos que as três Parcas que zelaram pelo destino deles também zelam pelo nosso. Não param de fiar. Dia e noite. Noite e dia. Lá está Cloto, fazendo girar o fio do destino dos homens, cuidando de uma roca que desce do céu. Com as vestes semeadas de estrelas, Láquesis põe o fio no fuso, até que chega Átropos, com sua vestimenta negra, e pimba! Corta-o. Inapelavelmente. Alguns intérpretes da Mitologia Grega as querem filhas da Necessidade e do Destino. E têm a idade da Noite, do Céu e da Terra. Para sempre.

Farrah Fawcett: Playboy de 1978

Criamos muita desgraça, mas também muita beleza tentando, inutilmente, dar um truque nas Parcas. Mas elas nos acham. Nesta quinta, Cloto se encarregou de Michael Jackson e Farrah Fawcett. Um dia achará o nosso fio.

É isso.

E o blog, em homenagem a esse ser tão especial, contrariando sua sistemática de postar na sua maioria outtakes, traz para você hoje, com olhos marejados, uma gravação lançada no álbum de 1983 de Paul, o Pipes of Peace, chamada The Man. Michael e Paul cantam.

God bless you, Michael! We love you! It's true! Listen!

The Man (released)

sábado, junho 20, 2009

EARLY PITY

Isn't a Pity é uma belíssima canção de George que foi lançada no seu primeiro álbum solo, após a separação dos Beatles, o triplo All Things Must Pass em 1970. Sucesso total entre os críticos, o álbum é considerado por muitos deles como o melhor trabalho solo de George e um dos melhores trabalhos solo de um ex-beatle.

Portanto, o blog traz hoje uma das primeiras versões de Isn't a Pity. Ok, George!

Isn't a Pity (earliest home demo)

sexta-feira, junho 19, 2009

STARR & BROOKER

Ringo e sua All Starr Band está na estrada há vários anos. Para seus shows, Ringo convida vários artistas famosos e saem em turnê apresentando seus sucessos.

No dia 28 de agosto de 1998, em Mônaco, Ringo convidou para a banda Gary Brooker, que formou o conjunto Procol Harum nos anos 60 junto de Robin Trower.

O Procol estreiou abrindo um concerto de Jimi Hendrix em 1967, o que levou a recém-lançada e bela canção A Whiter Shade of Pale ao topo das paradas.

E é exatamente essa canção que você vai ouvir Gary cantando agora, ao vivo em Mônaco, com a Ringo All Starr Band. Click and Enjoy!

A Whiter Shade of Pale (live)

quarta-feira, junho 17, 2009

WHEN I THINK OF THE LIFE I'M LIVING

Deep Blue é uma canção de George que foi lançada como lado B do single que contém Bangladesh no lado A. O single saiu nos USA em 28 de julho e no REINO UNIDO em 30 de julho de 1971.

Posteriormente, ela entrou como bônus na track list do álbum Living In The Material World, relançado em 26 de setembro de 2006 (o primeiro lançamento fora em 22 de junho de 1973).

Ouça agora a performance de George numa versão alternativa de Deep Blue clicando abaixo. Enjoy!

Deep Blue (alternate mix)

domingo, junho 14, 2009

PAUL: UKULELE AND GEORGE

O ukulele é um instrumento musical semelhante a um violão, mas menor. Tem apenas 4 cordas afinadas em lá, mi, dó e sol. A sua escala é composta por 17 trastes, como o cavaquinho.

Bom, mas apesar de se parecerem, há muitas diferenças entre o ukulele e o cavaquinho, como nas madeiras usadas para criá-los e também na afinação padrão, que é bem diferente. Além disso, existem vários tamanhos de ukuleles. Os maiores têm uma sonoridade mais destacada para os graves, como o ukulele tenor, por exemplo.

George adorava este instrumento. Ele sempre carregada dois deles nas suas turnês, com os quais improvisava uma jamzinha com o pessoal que o rodeava.

Por isso, hoje o blog traz Paul tocando ukulele e cantando Something ao vivo, uma belíssima canção de George, na sua turnê pelos EUA em 2002. É um belo tributo ao seu grande amigo e parceiro. Listen and enjoy!

Something (live)

sexta-feira, junho 12, 2009

SKIP THE ROPE

Yellow Submarine, lançado em 1969, é o álbum trilha-sonora que corresponde ao filme de mesmo título.

Separamos das Yellow Submarine Sessions um take de All Together Now, que é uma canção composta por Paul (introdução e refrão) e John (middle-eight) e foi mais uma música baseada em canções infantis. Paul imaginou marinheiros cantando enquanto trabalhavam numa embarcação: “Sail the ship/Chop the tree/Skip the rope/Look at me” ou “Remem o barco/Corte a árvore/Içar as cordas/Olhe pra mim”.

Ela foi gravada em 12 de maio de 1967, em apenas 6 horas. Em um ritmo de skiffle, Paul toca o baixo acústico enquanto John toca banjo, George toca gaita, faz os backings e as buzinas de carros, enquanto Ringo leva a bateria com o seu peculiar estilo. One, two, three, four!

All Together Now (with Beatles intro)

segunda-feira, junho 08, 2009

IT'S A DIRTY STORY IF A DIRTY MAN

Paperback Writer foi lançada em 1966 e é o décimo-primeiro single dos Beatles.

Creditada à Lennon / McCartney, ela foi saiu como lado A do single que contém Rain no lado B.

O disco chegou ao número um nos USA, REINO UNIDO, Alemanha, Austrália, Nova Zelândia e Noruega.

Escrita em forma de uma carta de um aspirante a autor literário, Paperback Writer foi o primeiro single dos Beatles lançado na Inglaterra que não falava propriamente de amor, embora a canção Nowhere Man, lançada em single nos EUA, tenha sido a primeira canção sem aquela distinção.

Paperback Writer ficou em primeiro lugar na U.S. Billboard Hot 100 por duas semanas, sendo desbancada por Strangers in the Night, com Frank Sinatra.

Ela também nunca foi incluída num álbum original dos Beatles, porém aparece posteriormente nas seguintes compilações:

A Collection of Beatles Oldies... but Goldies (1966)
Hey Jude / The Beatles Again (1970)
The Beatles 1962-1966 (Red Album) (1973)
Past Masters, Volume Two (1988)
One (2000)

O post de hoje traz o take 2 de Paperback Writer, sem eco nos vocais e sem fade-out no final. É uma gravação de 13 de abril de 1966. Enjoy!

Paperback Writer (take 2)


domingo, junho 07, 2009

I FEEL AWAKENED FROM MY DREAMS

Após o assassinato de John, em 1980, George escreveu a canção All Those Years Ago em sua homenagem e chamou Paul, Linda e Ringo para participarem da gravação. A canção foi lançada no álbum de 1981, Somewhere in England e se tornou um sucesso, atingindo o segundo lugar nos Estados Unidos.

Mas o álbum marcou um dos piores momentos da carreira de George. A Warner Bros. Records rejeitou quatro músicas do álbum: Tears Of The World (que você já ouviu aqui no blog), Sat Singing, Lay His Head e Flying Hour.

Hoje você vai ouvir a canção Sat Singing. George!

Sat Singing (reject track)

sexta-feira, junho 05, 2009

GO GO GO

Say Say Say é uma canção de Paul e Michael Jackson que saiu em single, produzido por George Martin, em 9 de outubro de 1983. Ela foi lançada também no álbum Pipes of Peace, em 31 de outubro de 1983, e foi o segundo dueto de sucesso entre Paul e Jacko, sendo o primeiro The Girl Is Mine (que em breve postaremos aqui).

O clipe, muito difundido, teve participações de Linda McCartney e La Toya Jackson, e foi filmado no Union Hotel e em Victorian Mansion em Los Alamos, California.

Agora com vocês Paul e Michael Jackson cantando Say Say Say numa versão extendida. Listen!

Say Say Say (extended version)

quarta-feira, junho 03, 2009

THAT BOY ISN'T GOOD FOR YOU

This Boy é uma canção de John gravada em novembro de 1963 e lançada como o lado B do single que contém no lado A I Want to Hold Your Hand.

Os Beatles a apresentaram ao vivo no dia 16 de fevereiro de 1964 na segunda aparição no programa Ed Sullivan Show nos USA. Ela também é encontrada na terceira faixa do lado 1 do disco Meet the Beatles!.

O post de hoje traz os Beatles ao vivo na turnê da Austrália, cantando This Boy no dia 17 de junho de 1964. O curioso é que, por uma única noite em 1964, pode-se ver 5 componentes da banda Beatles em Melbourne! O que ocorreu é que Jimmy Nicol estava como substituto de Ringo Starr quando este chegou a Melbourne, em 14 de junho 1964, após se recuperar de um problema de saúde. Na manhã seguinte Jimmy voltou para Londres, e então, por uma noite, Melbourne hospedou 5 beatles! Let's go, boys!

This Boy (live)

terça-feira, junho 02, 2009

TO YOU

Hoje você vai ouvir um take bem diferente da canção From Me To You, gravado em 5 de março de 1963.

Repare que Paul conta no início 1, 2, 3, 4! e não há a gaita, que só iria aparecer na gravação oficial que foi lançada no formato single em 11 de abril de 1963 no REINO UNIDO e no dia 27 de maio de 1963 nos EUA. No lado B aparece Thank You Girl. Ok, fellows!

From Me To You (outtake)

domingo, maio 31, 2009

OUI, JE CRIE

Em 15 de janeiro de 1964 os Beatles estreiam na França, tocando em Versailles. Logo depois, passariam as próximas duas semanas em Paris, tocando no Olympia.

O post de hoje traz a canção Twist and Shout, ao vivo do Olympia Music Hall, Paris, França, no dia 19 de janeiro de 1964. Enjoy!

Twist and Shout (live)

quinta-feira, maio 28, 2009

OPS...

Ouça esta gravação feita por um fã na plateia durante um show de Paul em Miami, em 2005.

Nela, Paul erra a letra de Blackbird e todos, solidários com o ídolo, o aplaudem efusivamente. It's ok, Paul!

Blackbird (live_error/Miami 2005)

domingo, maio 24, 2009

VENUS AND MARS AND BONUS

Venus and Mars é o quarto álbum do Wings, banda formada por Paul após a separação dos Beatles.

Lançado em 30 de maio de 1975, o álbum continuou na mesma linha de sucesso do anterior, Band on the Run. É dele o o sucesso Listen to What the Mas Said, e pela primeira vez dois integrantes da banda puderam fazer o vocal solo de uma música.

Durante as gravações do álbum anterior, o Wings passou de quinteto a trio, com a presença somente de Paul, Linda e Denny Laine. Para este trabalho Paul chamou o guitarrista Jimmy McCulloch e o baterista Geoff Britton.

Como no álbum anterior, Paul levou a banda para outro local de gravação que não a Inglaterra. Nova Orleans nos Estados Unidos foi escolhida da vez. De janeiro a maio de 1975, o Wings gravou o novo álbum. Durante as gravações, Britton largou a banda e em seu lugar entrou Joe English.

Embora não tenha causado grande impacto como o álbum anterior, Venus and Mars não fez feio. A música de maior sucesso foi a já mencionada Listen to What the Man Said. Lançada em single pouco antes do álbum ela atingiu o primeiro lugar na parada de sucesso dos Estados Unidos.

Ainda em 1975, após o álbum, o Wings saiu em uma longa turnê que durou de agosto de 1975 à outubro de 1976. A turnê chamada de Wings Over the World cobriu os Estados Unidos, Canadá, Austrália, Europa além do Reino Unido.

Em 1993, a versão remasterizado de Venus and Mars inclui como bônus as músicas Zoo Gang, Lunch Box/Odd Sox e My Carnival.

E é Lunch Box/Odd Sox que você vai ouvir hoje. Listen the Wings!

Lunch Box/Odd Sox (bonus track)

sexta-feira, maio 22, 2009

JEFF

Jeffrey Thomas Porcaro foi baterista da banda americana Toto e que morreu de ataque cardíaco em 5 de agosto de 1992, aos 38 anos, após inalar acidentalmente uma grande quantidade do inseticida que aplicava nos jardins de sua casa.

Jeff Porcaro, além do seu trabalho com o Toto, tocou com vários artistas, dentre eles Paul McCartney, Michael Jackson, Paul Simon, Madonna, Al Jarreau, George Benson, America, Peter Frampton, Bee Gees, Joe Cocker, Stan Getz, o brasileiro Sérgio Mendes, Cristopher Cross, Barbara Streisand, Diana Ross, Natalie Cole, Dire Straits, David Gilmour, Roger Waters, Pink Floyd, Roger Hodgson, Paul Anka, Eric Carmen, Miles Davis, Bruce Springsteen e Elton John.

Um concerto em sua memória foi realizado no Universal Amphitheater em Los Angeles no dia 14 de dezembro de 1992 e contou com vários artistas, entre eles Boz Scaggs, Donald Fagen, Don Henley, Michael McDonald, George Harrison, David Crosby, Eddie Van Halen e membros do Toto. Os valores arrecadados no show foram direcionados para a criação de um fundo visando à educação dos filhos de Jeff.

E é deste show que vem o take de hoje. A música: With a Little Help From My Friends, com Eddie Van Halen e George Harrison na guitarra. Play it loud!

With a Little Help From My Friends (live)

quinta-feira, maio 21, 2009

DIRTY MAC

The Dirty Mac foi um grupo musical criado por John Lennon para apresentar-se no festival Rock and Roll Circus, 1968.

O grupo era composto por John Lennon na guitarra base e vocal, Eric Clapton na Guitarra solo, Keith Richards assumindo o baixo e, na bateria, Mitch Mitchell, do The Jimi Hendrix Experience.

A postagem de hoje é um take de 11 de dezembro de 1968, no formato de uma Blues Jam - aquecimento para a música Yer Blues, que pode ser ouvida, junto de outras informações sobre o festival, na postagem do dia 12 de março de 2009 com o nome CIRCUS. Dirty Mac!

Blues Jam (warm-up)